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História do Grupo Escoteiro Lídia Moschetti

A idéia da fundação de um grupo de Escoteiros portadores de Deficiência Visual partiu do professor e colaborador do Instituto Santa Luzia, Joel Souza de Oliveira, que por trabalhar com os deficientes, sentiu a necessidade de realizar um trabalho que proporcionasse uma maior integração deste na sociedade.
Em funcionamento experimental, junto ao Instituo Santa Luzia, desde 22 de maio de 1984. Em primeiro de dezembro de 1984 na Capela do Instituto Santa Luzia, foi oficiada uma missa pelo celebrante, padre Airton Bitencourt, Capelão Nacional dos Escoteiros e chefe do Grupo Escoteiro Manoel da Nóbrega, que marcou a abertura do Grupo na qual foram realizadas as primeiras promessas escoteiras passando a ser desde então sua data de aniversário. O nosso grupo teve início com dois sub-grupos de seis meninos que, dentro do escotismo são as Patrulhas, que se chamaram Lobo e Touro.
Em 1991 o G. E. Lídia Moschetti é convidado a apoiar o Conselho Pró Segurança Pública da Vila Nova (CONSEPRO) em suas atividades junto a comunidade, portanto se transfere para a rua João Salomoni 1095, em área doada pela empresa Avipal, para sediar uma unidade da Brigada Militar, a sede do CONSEPRO Vila Nova e do G. E. Lídia Moschetti. A unidade da Brigada Militar teve suas instalações concluídas em 1993 graças ao apoio do CONSEPRO e do G.E. Lídia Moschetti.


Identificação da organização

O Grupo Escoteiro Lídia Moschetti é uma sociedade civil de direito privado, sem fins lucrativos, de caráter educacional, cultural, beneficente, filantrópico e comunitário, filiado a União dos Escoteiros do Brasil com a finalidade de desenvolver a pratica do escotismo através da aplicação do método escoteiro criado por BP em 1907.

Nome: Grupo Escoteiro Lídia Moschetti
Localização: Rua João Salomoni, 1095 – fundos
Registro na União dos Escoteiros do Brasil: Numeral 051
CNPJ: 06.942.573/0001-10
CMDCA: nº 642 de 01/12/2005
Estatuto Social registrado no Registro de Títulos e Documentos sob nº 42516, folhas 278F do livro nº 33 em 11 de março de 2003.
Telefone aos sábados: (51) 3246-0207
CEP: 91740-830.

Descrição da organização

Possuí uma sede localizada na Rua João Salomoni, 1095 - fundos, bairro Vila Nova em Porto Alegre.
Organiza-se através de uma diretoria executiva eleita em assembléia, composta de diretor presidente, diretor financeiro e diretor administrativo, por indicação desta um diretor de escotismo, secretaria administrativa e secretária financeira.
Um equipe técnica (chefes) de 14 escotistas capacitados para a aplicação do método escoteiro a 80 jovens da comunidade local, na faixa etária de 7 a 21 anos.
Esta organizada em quatro grupos de jovens designados por Ramos: Lobinhos (7 a 10 anos); Escoteiros (11 a 14 anos); Sênior e Guias (15 a 17 anos) e Pioneiros (18 a 21 anos). Além destes há mais o Clube Flor de Lis composto por escotistas maiores de 22 anos e uma patrulha coruja(o) integrada por mães e pais que trabalham regularmente no grupo elaborando lanches e refeições, fazendo a manutenção das instalações e auxiliando administrativamente. O regime de trabalho e voluntário celebrando a cada ano acordo mútuo com os chefes.

Serviços existentes na organização

Consiste em atividades de pratica escoteira aos sábados com início as 13horas 30minutos e termino as 18horas e 30minutos.
Atividades programadas como acampamento ou acantonamento (iniciando no sábado de manhã até domingo à tarde), vigília (à noite), bivaque (das 8h às 18h). As atividades programadas são mensais e por ramos ou entre ramos a fim de promover a integração e amizade.
São desenvolvidas com base em planejamento também atividades comunitárias, tais como Campanha do Agasalho, Campanha do Quilo, apoio a Tia Lolo, visitas a asilos e participação na Festa do Pêssego, atividades estas que beneficiam a comunidade ou instituições.

O escotismo, nas palavras do fundador do GELMO Joel da Silveira: “o escotismo pode ser uma forma de complementação educacional, ideal para a juventude brasileira e muito mais para os deficientes visuais, pois estes, muitas vezes, não têm oportunidade de demonstrar suas habilidades por motivos vários, dentre eles posso destacar a super proteção e muitas vezes a rejeição exercida pela família e pela sociedade”.
Falamos em complementação educacional por saber que o escotismo não tem a finalidade de substituir a família, a escola e nem pouco a Igreja, mas achamos que, pela experiência que temos, o escotismo para o deficiente visual é de suma importância e de grande valia, pois dentro de cada Patrulha o menino é responsável pela sua parte que se somando ao todo representa um trabalho de grupo, e é deste que vai depender o sucesso da Patrulha, da Tropa Escoteira e até mesmo do Grupo Escoteiro.

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